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MODERN LOGISTICS VAI COMEÇAR A OPERAR VOOS REGULARES

A  MODERN Logistics, o mais novo integrador logístico brasileiro e único com frota própria de aeronaves, começa a operar voos regulares, além dos voos fretados que já realiza para atender as demandas dos clientes. O Boeing 737-400F da empresa voará todas as semanas entre Campinas (Aeroporto Internacional de Viracopos), Brasília e Manaus.  Continue lendo MODERN LOGISTICS VAI COMEÇAR A OPERAR VOOS REGULARES

BACCARELLI POTENCIALIZA USO DE SUA FROTA

Perfil

Por Wilson Bigarelli
A Baccarelli Logística e Transportes é uma referência, em nível nacional, no transporte de equipamentos móveis para construção, terraplenagem, escavação e pavimentação. É uma tradição de 42 anos, desde que a empresa se estabeleceu na capital de São Paulo, primeiro no bairro do Ceasa e depois na sede atual, na Vila Jaraguá – estrategicamente localizada próxima aos acessos das rodovias Anhanguera e Bandeirantes e, consequentemente, ao Rodoanel. Continue lendo BACCARELLI POTENCIALIZA USO DE SUA FROTA

POTÊNCIA LOGÍSTICA AMAZONENSE

cargilCom oito unidades em Manaus (AM), uma em Belém (PA) e outra em Porto Velho (RO), o
consegue atender vários mercados. Isso graças à diversidade das empresas que compõem o grupo, cujo início se deu em 1978, com a fundação da J. F. Oliveira Navegação, em Coari (AM) – hoje, uma das principais operadoras da Região Norte no transporte fluvial de cargas na rota Belém-Manaus-Porto Velho, com 120 balsas e 80 empurradores.

Além da companhia pioneira, o grupo engloba também outras quatro empresas logísticas: a Tomiasi Logística Pesada, com capacitação técnica para içar cargas de até de até 500 t, a HTR – Armazéns, Transportes e Logística, com um pátio de cerca de 50 mil m² para armazenagem de contêineres, a ATR, que apoia a J. F. Oliveira no controle e entrega de contêineres numa área de 250 mil m², e a recém-criada OGT, que opera o transporte de cargas entre o porto e os clientes.

Com o objetivo de impulsionar o “universo amazonense” e resolver seus gargalos logísticos, desenvolvendo a região, o Grupo Chibatão possui o maior complexo privado portuário da América Latina. “O Porto Chibatão, em Manaus (AM), tem uma capacidade para 16 mil TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit – unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e uma área de aproximadamente 2 milhões de m², monitorados por um moderno sistema de segurança eletrônica”, detalha Jackson Garrido, Gestor Administrativo Operacional da Tomiasi Logística Pesada.

Algumas das tecnologias implementadas no local são a automação de gates, o pátio virtual e um scanner para contêineres, que ajudaram a aumentar em 30% a produtividade na movimentação de cargas do Polo Industrial de Manaus (PIM). Outro destaque é o sistema de cais flutuante, com seis berços para atracações simultâneas. “Temos a maior rede integrada de armazenamento e distribuição do Brasil”, garante Garrido. Com essa rede completa, o grupo obteve um crescimento de 30% do faturamento em relação a 2014.

“Para o setor específico de logística e transporte, onde temos uma forte atuação, os clientes mais recorrentes são as empresas beneficiadas pelo PIM (Polo Industrial de Manaus)”, afirma Garrido. O Grupo Chibatão possui uma frota completa, com 172 equipamentos, para atender esses segmentos

Ao longo de sua história, o Grupo Chibatão realizou operações grandiosas. Um dos destaques foi a montagem metálica do Porto Organizado de Santarém, no Pará, para a Cargill. Com a necessidade de transportar e içar uma carga de 48 t a uma altura de 45 m, e com 10 dias de prazo entre preparação e conclusão, foram utilizados dois guindastes Terex AC200, com capacidade para 200 t, uma balsa de 2500 t e um empurrador de 600 HP. Outro serviço relevante foi a logística completa para a montagem metálica da Arena da Amazônia, em Manaus, estádio construído e inaugurado em 2014, para a Copa do Mundo. Foram realizados o recebimento no porto das peças, a armazenagem, o transporte rodoviário entre porto e o estádio e a própria montagem de um total de 6,67 mil toneladas de estrutura. Ao todo, foram necessárias 134 viagens, todas noturnas, entre o porto e a arena. Foram utilizados seis guindastes Terex AC-200, um guindaste treliçado sobre esteiras Terex CC2400, para 400 t, pranchas de 3 e 4 eixos, carretas extensivas e linhas de eixos. No total, a execução levou seis meses.

MERCEDES BENZ COMPLETA SEIS DÉCADAS NO BRASIL

conectividadeEm 2016, a Mercedes-Benz do Brasil chega aos 60 anos.  Em evento na fábrica em São Bernardo do Campo (SP), dia 28 de abril, a empresa exibiu alguns modelos do seu  “Museu do Cliente”. Com a colaboração de diferentes empresas de transporte, foram expostos um caminhão L 7500 importado, ano 1952, da Covre, e um LP 331, ano 1961, da Supermix, veículos utilizados ativamente na construção e desenvolvimento de Brasília e do Brasil. Ao lado deles, dois ônibus clássicos ganham destaque: um O 355 da Viação Garcia, que trouxe novo padrão de conforto ao transporte de longa distância e um O 321 do acervo da Mercedes-Benz, o primeiro monobloco do País. Também estarão expostos no “Museu do Cliente” a Sprinter de 1997, e o 190 SL, roadster que há mais de 60 anos no portfólio da marca se consolidou como um ícone entre os automóveis dos sonhos da Mercedes-Benz.

No espaço exclusivo para modelos do portfólio atual da Mercedes-Benz, estiveram expostos o novo caminhão extrapesado Actros, ; o chassi de ônibus urbano O 500 U, o  Vito na versão de passageiros luxo; e o sedan Classe C 180 Exclusive, modelo que está em produção na nova fábrica da Empresa em Iracemápolis (SP), onde o SUV compacto GLA começará a ser produzido este ano.

Como atração especial para o evento dos 60 anos, a novidade foi o Caminhão do Futuro 2025 da Mercedes-Benz, veículo de condução autônoma. Para alcançar esse objetivo, a Mercedes-Benz conectou os sistemas de assistência já existentes com sensores aprimorados do inovador Highway Pilot. Assim, a condução autônoma já é possível em velocidades realistas e em situações de trânsito em rodovias expressas.mb60anos (8)

Em seus 60 anos de intensas atividades, a Mercedes-Benz do Brasil acumulou números impressionantes. Já são 2.120.000 veículos comerciais produzidos no País: 1.450.000 caminhões e 670.000 ônibus. Além disso, são mais de 2.900.000 motores.

A empresa ocupa liderança histórica nas vendas de veículos comerciais. No segmento de ônibus, são 60 anos de liderança, posição que já se confirmou no primeiro trimestre deste ano. Aliás, nos primeiros três meses de 2016, a marca também liderou as vendas de caminhões no Brasil.

A liderança da marca também está refletida na frota circulante nacional: de cada 10 caminhões que circulam no Brasil, 4 são Mercedes-Benz. E de cada 10 ônibus, 6 levam a marca da estrela de três pontas.

Durante os 60 anos de atividades no País, a Mercedes-Benz do Brasil é também a maior exportadora de veículos comerciais do País, tendo atendido mais de 60 países de diversos continentes. Cerca de 432.000 caminhões e ônibus foram exportados nessas seis décadas.

Também é o maior fabricante de veículos comerciais da América Latina. Sua planta de São Bernardo do Campo é a maior do Grupo fora da Alemanha para veículos comerciais Mercedes-Benz. É também a única da Companhia a produzir caminhões, chassis de ônibus e agregados, como motores, câmbios e eixos, em um só local.

A fábrica de São Bernardo produz caminhões das linhas Atego e Axor, enquanto a planta de Juiz de Fora (MG) responde pelo Accelo e Actros. A unidade de Campinas, no interior paulista, conta com a linha de produção de peças remanufaturadas RENOV. Além disso, abriga a Central de Armazenamento e Distribuição de Peças e as demais atividades da área de Peças & Serviços ao Cliente, o que inclui toda a estrutura de assistência técnica, Central de Relacionamento com o Cliente e área de Treinamento para clientes e concessionários, entre outros. Recentemente, a Empresa passou a contar com mais uma unidade produtiva no Brasil, inaugurando a fábrica de automóveis de Iracemápolis (SP).

OS PLANOS DA AEOLUS PARA O BRASIL

aeolusA Aeolus, marca de pneus pertencente à gigante chinesa ChemChina (China National Chemical Corp.), que recentemente adquiriu a Pirelli em uma transação de 7,1 bilhões de euros, prepara-se para expandir sua atuação no mercado brasileiro. Atuando no país há 15 anos, por meio da distribuidora Cantu, ela espera encerrar 2015 com um crescimento de 60% nas vendas, incluindo os segmentos de automóveis, pneus de carga (para transporte pesado) e equipamentos fora de estrada, como guindastes, reach stackers, pás carregadeiras e caminhões para mineração.

O crescimento não está sendo projetado em função dessa aquisição – que ainda depende de aprovação dos órgãos antitruste e levará algum tempo para se refletir na estrutura das duas empresas – mas dos modelos oferecidos e da capilaridade da rede de distribuição montada no país, que já soma cerca de 2.000 pontos de vendas em todo o território nacional. A Aeolus reconhece que o mercado brasileiro de pneus passa por um momento de retração, mas em comunicado à imprensa, apontou sua confiança na retomada dos negócios, mesmo porque o país precisa voltar a investir em infraestrutura para prosseguir em sua rota de crescimento econômico.

No segmento de caminhões, a empresa conta com modelos de diferentes desenhos e medidas, para uso em todos os eixos do veículo (direção, tração e livre), para aplicações urbanas, em transporte pesado e operações fora de estrada, entre outros. Todos são exclusivamente radiais, como o 24.00R35 (para caminhões de mineração), o 445/95R25 (para guindastes móveis) e os rodoviários 12.00R24 (para transporte de carga), que serão apresentados pela Aeolus durante a feira M&T Expo, no próximo mês de junho.

CONSOLIDANDO A LIDERANÇA

TerexPort_AcuA Terex Port Solutions (TPS) está comemorando a venda de dois guindastes portuários para o Porto de Açu, no Rio de Janeiro, que, juntamente com uma unidade comercializada para o Haiti e outra para San Martin, reforçam a participação da empresa na América Latina e Caribe. Os modelos fornecidos para o Brasil são os guindastes móveis Gottwald, do tipo diesel-elétrico, aptos para a movimentação de carvão e contêineres.

Eles operam com um raio de até 46 m e têm capacidade para elevar 100 t de carga. Já os dois modelos fornecidos para o Caribe se destinam à movimentação de carga geral e têm capacidade de 125 t, atingindo um raio de operação de 51 m. Um deles será instalado em Porto Príncipe, no Haiti, no projeto de recuperação da infraestrutura do país, após o terremoto de 2010. O outro modelo, fornecido para o Porto de San Martin, vão se somar a mais dois modelos de guindastes portuários Gottwald que já operam no local.

“Mantemos uma rota de crescimento consistente no Brasil há 15 anos e, com esses contratos para fornecimento de quatro unidades, reforçamos nossa presença não apenas no país, mas também na América Latina e Caribe”, afirma Holger Schauer, gerente regional de vendas de guindastes portuários da TPS.

CARREATA PARA A REDUÇÃO DE ACIDENTES

segunda carreata darcy pachecoA Darcy Pacheco convida a todos para a 2ª Carreata para a Redução de Acidentes de Trânsito Gigantes da Estrada em defesa da segurança do trânsito. A segunda edição será realizada em Porto Alegre (RS), no dia 27 de setembro, às 07h45. O evento conta com o apoio de entidades e instituições como o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (SETCERGS), o Departamento Estadual de Trânsito do Estado do Rio Grande do Sul (Detran/RS), o Grupo Apisul, entre outras.

A MICHELIN SOB NOVO COMANDO

Michelin_NourBouhassounO francês Nour Bouhassoun foi nomeado pela Michelin para assumir a presidência das operações na América do Sul, Central e Caribe em lugar de Jean-Philippe Ollier, que terá novas responsabilidades no grupo, em Clermont-Ferrand, na França.

Bouhassoun trabalha desde 1985 na Michelin, onde iniciou sua carreira como responsável técnico-comercial, na França. Com passagem por países como Espanha, Taiwan e Argentina, ele chegou ao Brasil em 2002, como diretor comercial de pneus de ônibus e caminhões para o país. Posteriormente, o executivo assumiu a área de marketing e vendas para toda a América do Sul, Central e Caribe e, em 2010, foi indicado para o mesmo cargo na Michelin América do Norte.

Entre 2013 e 2015, Bouhassoun presidiu as operações do grupo na África, Índia e Oriente Médio. “Estou feliz em retornar a este continente, onde vivi grandes experiências profissionais e com o qual tenho uma ligação pessoal”, diz ele.

BASES LANÇADAS PARA O FUTURO

phdabreCom 17 anos de uma história que nasceu na Serra Gaúcha, mais especificamente em Caxias do Sul (RS), a PHD Guindastes traçou uma ambiciosa estratégia de médio prazo. Até 2016, a empresa projeta um crescimento de 70%, atingindo um faturamento anual da ordem de R$ 100 milhões. “O mercado realmente apresentou uma retraída, mas nossa fórmula é investir para dar um salto maior lá na frente, estando melhor preparados em termos de produto e gestão”, conta Adão Marques, diretor geral da companhia. “Adquirimos dobradeira, robô de solda e máquina a laser, equipamentos que chegam a custar R$ 2 milhões. Trouxemos também um centro de usinagem de Taiwan”, completa. Enquanto outras empresas do setor apresentam endividamento, a PHD, que está capitalizada e não tem dívidas, pôde realizar praticamente todos os investimentos com recursos próprios.

O centro de usinagem já está trabalhando, enquanto as outras máquinas chegaram ao longo do ano de 2014, a maioria provinda da Alemanha. “Poucas fabricantes possuem maquinário desse tipo, de última tecnologia. Isso fará com que pulemos à frente de muitas concorrentes”, relata Marques. Com investimentos totais de R$ 15 milhões, a PHD investiu também na ampliação das fábricas. Uma terceira unidade em Caxias do Sul fabricará conjuntos especiais e aumentará o mix de produtos da empresa – ainda em fase de planejamento pela diretoria da companhia.

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Adão Marques

A empresa tem hoje uma capacidade instalada de 50 a 60 equipamentos por mês. No entanto, essa quantidade pode ser expandida para 80/mês. O carro forte da empresa hoje é o guindauto, embora a empresa não descarte voltar a fabricar guindastes maiores, telescópicos, nos próximos anos. Segundo Marques, a PHD tem a tecnologia necessária para fabricar, em paralelo, gruas menores, para construção civil, e cestos aéreos. “Já recebi alguns pedidos relativos a plataformas aéreas, mas nós não produzimos. É um mercado que requer mais estudos, vamos analisar ainda”, diz Marques. “Estamos avaliando a possibilidade de produzir um guindaste pequeno, montado sobre caminhonete, para 200 ou 300 kg. Há mercado para isso”, acrescenta. A PHD Guindastes acredita que, no futuro, a legislação não permitirá mais que caminhões grandes entrem nas cidades. Por isso, já prepara o desenvolvimento de um equipamento menor.

Atualmente, um dos grandes clientes da empresa é a Camargo Correa, que já adquiriu cerca de 300 guindastes da marca. No entanto, em termos percentuais de máquinas vendidas, as locadoras de equipamentos representam cerca de 50% para a PHD. Para entrar em novos mercados e atingir o faturamento previsto, a empresa espera fechar o ano com 30 representantes em todo o Brasil – até meados de 2014, ela tinha 22 companhias representando a marca. A perspectiva é cobrir cada estado do país, tendo uma equipe local que entenda bem a respectiva cultura da região.

phd2“Nosso objetivo é o de ser mais agressivos em estados menores. Em São Paulo e no Rio Grande do Sul, por exemplo, já temos uma boa participação de mercado. Queremos focar em estados como Pernambuco, Paraíba e Alagoas”, explica Marques. O atendimento pode ser feito rapidamente em outros estados por conta de um grande estoque de peças. Apesar da proximidade de mercados estrangeiros, como a Argentina e o Uruguai, não faz parte dos planos da PHD vender para outros mercados sul-americanos.

O segmento de infraestrutura, como o de Mineração e Óleo & Gás, deve representar um grande mercado para a companhia, mas não o único. “Acreditamos que os setores de logística e portos cresçam fortemente nos próximos 10 anos. Isso vai beneficiar empresas que estejam muito bem preparadas. Tudo isso graças a uma boa condição financeira, uma gama de produtos, uma boa rede de distribuidores, ou seja, uma série de preocupações que existe hoje na PHD”, encerra Marques.

Nada mal para uma empresa que começou com o próprio Adão Marques, outros dois profissionais, uma máquina de solda e uma furadeira, e que hoje possui 160 funcionários. Por Ricardo Gonçalves

 

 

PARCERIA FOCA AMÉRICAS DO NORTE E DO SUL

GroveGHC75A norte-americana Manitowoc apresentou ao mercado três novos modelos de guindastes telescópicos sobre esteiras que nasceram a partir de uma parceria firmada com a alemã Sennebogen, em novembro de 2014. Pelo acordo, que começa a ser implementado este ano, a Sennebogen produzirá os equipamentos em sua unidade industrial de Straubing, na Alemanha, e eles serão comercializados com a marca Grove, da Manitowoc, com foco nos mercados da América do Norte e do Sul.

Em comunicado à imprensa, Mike Herbert, diretor global de produtos da Manitowoc para a linha de guindastes RT, afirma que os equipamentos são indicados para aplicação em terrenos acidentados, com muita umidade no solo e pouco espaço para operação, pois são compactos e fáceis de manobrar. “Eles reúnem a versatilidade e mobilidade dos modelos telescópicos com a capacidade dos guindastes sobre esteiras, que permitem a movimentação com carga na lança”, afirma o executivo.

Os modelos que nascem dessa parceria são o GHC55, GHC75 e GHC130, que têm respectivamente 50 t, 70 t e 120 t de capacidade de carga. O primeiro conta com uma lança de 30,4 m de comprimento, enquanto o outro chega a 36 m e o maior da linha, o GHC130, atinge 40,2 m de comprimento de lança. Entre outras características, os guindastes têm capacidade para carregar cargas na ponta da lança (operação pick-and-carry) com 100% de sua tabela de cargas e apresentam giro de 360º. O suporte aos equipamentos em peças e serviços de manutenção ficará por conta da Manitowoc.